Trabalhamos, cada um no seu canto do mundo, pela boa vontade entre os povos — mas é quando as equipas se reúnem para alcançar esse objetivo que ele se torna uma verdadeira missão. Os rotários são incentivados a juntar-se e a criar novas CIP quando dois países ainda não estão geminados.
Pessoas dos dois países podem unir forças e construir pontes duradouras entre fronteiras e culturas. Os fundadores (e membros) das secções de CIP são, geralmente, rotários com fortes ligações ao país parceiro: empresários que viajam com frequência, expatriados, pessoas com cônjuge estrangeiro… ou simplesmente pessoas com um interesse genuíno pela cultura do outro país.
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Duas secções de CIP formam uma CIP completa — uma não existe sem a outra.
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As secções de CIP cumprem as regras que regem as organizações no seu país e criam a entidade legal adequada às suas necessidades (geralmente uma associação sem fins lucrativos).
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As secções de CIP são autónomas na sua gestão e reúnem uma assembleia-geral pelo menos uma vez por ano, presencialmente ou à distância.
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Para um sucesso mais duradouro, recomenda-se que os membros da secção provenham de clubes e distritos diferentes (quando o país tem mais do que um).
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Ambas as secções mantêm o Executive Council informado das suas atividades e das eventuais dificuldades.
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Ambas as secções promovem ações e eventos inter-países no seu próprio país, valorizando a rede de clubes e distritos dos seus membros.
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Ambas as secções mantêm contacto permanente entre si: trocam notícias e publicações regionais, informam-se sobre eventos relevantes do Rotary no outro país e dão a conhecê-los às revistas regionais.